DevOps SAFely – Escalando Práticas Ágeis com SAFe para Suportar as Práticas de DevOps

DevOps SAFely – Escalando Práticas Ágeis com SAFe para Suportar as Práticas de DevOps

Práticas de metodologias ágeis e as práticas de DevOps possuem um relacionamento profundo e acabam muitas vezes se misturando para suportar umas às outras. Inclusive, para muitos, ter um processo de desenvolvimento de software baseado em práticas ágeis é praticamente um pré-requisito para implantar e evoluir os níveis de maturidade de DevOps. Já é um fato consolidado que essas duas coisas precisam andar de mãos dadas, com o objetivo de maximizar o resultado de produção das organizações.

Embora as práticas de DevOps envolvam todo o ciclo de vida do produto, abrangendo aspectos tanto do contexto de desenvolvimento como o contexto de operações, a maior parte das metodologias ágeis empregadas no Brasil apresentam práticas focadas apenas no universo de desenvolvimento. Esse desequilíbrio traz hoje um dos grandes desafios da implementação de DevOps por aqui, pois, afinal, precisamos também de uma operação ágil, capaz de acompanhar a velocidade de desenvolvimento em todos os aspectos. É necessário que as práticas ágeis sejam implementadas em larga escala dentro da organização.

Escalar práticas ágeis não é um desafio novo e atualmente já existe um movimento mundial forte, proposto por várias organizações, para alavancar os procedimentos necessários para realizar tal feito. A maioria dessas organizações tem se apoiado em frameworks e metodologias ágeis emergentes, que tentam propor soluções para se atingir tal objetivo. Dentre estes, o Scaled Agile Framework (SAFe) tem se destacado, já apresentado inúmeros casos de sucesso pelo mundo. Tendo isso em vista, é inevitável se perguntar: o quanto SAFe e DevOps possuem sinestesia de aplicação? É possível sincronizar ambos?

SAFe e DevOps

A boa notícia é: as práticas propostas pelo SAFe, ao longo dos níveis organizacionais e das fases do ciclo de vida de produção, podem sim serem sincronizadas de forma eficiente com as práticas de DevOps. A razão para isso se dá pelo fato de que os objetivos das práticas de DevOps, como por exemplo, Continuous Delivery e Shift Left Testing, são bastantes similares com os objetivos ágeis colocados pelo framework.

O Agile Release Train, a espinha dorsal do desenvolvimento de software do SAFe, pode ser traduzido de forma simples como um conjunto de equipes ágeis que trabalham juntos e continuamente para entregar software com qualidade e alinhados com os programas e estratégias da empresa. Nesse processo, não só o desenvolvimento precisa ser ágil e contínuo, mas também os procedimentos de garantia de qualidade e de operações precisam trabalhar de forma contínua. Não há como atingir esse objetivo sem que as equipes de desenvolvimento e as de operações trabalhem juntas, da forma mais sincronizada e otimizada possível, o que caracteriza o contexto rico para se aplicar as práticas de DevOps.

Novamente, o monitoramento e a coleta de feedback contínuo, que caracteriza um dos pilares de DevOps, também é um elemento fortemente presente no SAFe em todo o ciclo de vida de execução das estratégias, dos programas e da produção contínua de softwares. Portanto, temos aqui mais uma importante frente de DevOps que pode ser facilmente assimilada no framework ágil.

Embora a implementação, em sincronia, das práticas de DevOps e do SAFe tragam um desafio a mais para as organizações, a escala das práticas ágeis permite trazer à tona o verdadeiro potencial do DevOps, maximizando benefícios tais como a diminuição do custo de produção, o encurtamento do “time to market”, o aumento da qualidade e, principalmente, a satisfação dos clientes.

Posicionamento Estratégico da IBM e OneForce

A IBM, que hoje oferta ao mercado um dos conjuntos mais completos de solução para a implantação de DevOps, se adaptou rapidamente a essa realidade. Recentemente, o IBM Team Concert, ferramenta especializada na micro gestão de desenvolvimento de software e que compõem a solução de IBM DevOps, recebeu uma atualização para incluir um template de processo que suporta as práticas apresentadas pelo SAFe. Outras ferramentas, como o IBM Urban Code, também podem ser utilizadas para quebrar silos se beneficiando de automação e incremento de visibilidade, colaboração e feedback entre times multifuncionais. A empregabilidade dessas ferramentas, que compõem a solução IBM DevOps, pode diminuir consideravelmente o desafio da implantação das práticas de SAFe e DevOps.

A OneForce, uma das principais parceiras da IBM no Brasil, conta com uma equipe de consultores especializados e certificados que podem atuar no que a empresa chama de DevOps Transformation: uma solução que visa otimizar o processo de seus clientes com base nas práticas de metodologias ágeis, práticas de DevOps e na definição e modelagem correta de ferramentas para suportar toda a operação da empresa.

Ficou interessado? Entre em contato com a OneForce e entenda melhor.

Os comentários estão encerrados.