5 exemplos de como a computação cognitiva está sendo utilizada

5 exemplos de como a computação cognitiva está sendo utilizada

Se você acha que a tecnologia de inteligência artificial está muito longe de se tornar realidade e fazer parte da sua rotina, é melhor pensar de novo. Neste post vamos dar 5 exemplos de aplicações do IBM Watson – supercomputador de computação cognitiva – que já estão transformando a forma como o varejo, instituições financeiras, de ensino e saúde utilizam o grande volume de dados que geram todos os dias.

“Capaz de interpretar e aprender a partir de informações não estruturadas, o Watson revela insights que até então não estavam acessíveis, além de promover níveis de personalização de experiências nunca antes alcançados”, afirma o CEO da OneForce, Hugo Azevedo.

Veja como a computação cognitiva está mais perto do que você imagina.

Bradesco

 

Agência Bradesco

 

O banco foi pioneiro no Brasil a firmar parceria com a IBM para utilizar o Watson no atendimento aos clientes. Ao longo dos últimos dois anos, o Watson não apenas aprendeu a falar português, como também a lidar com os correntistas da instituição financeira.

Treinado para a realidade do Bradesco, o Watson irá auxiliar os atendentes do call center a fornecer informações e solucionar os problemas dos clientes. A ideia é que, baseado em uma infinidade de dados, o supercomputador ajude a agilizar e a melhorar a qualidade dos atendimentos.

Em breve cogita-se, inclusive, que o próprio Watson responda diretamente às perguntas dos correntistas, utilizando linguagem natural, ou seja, muito próxima a do ser humano. E mais, o supercomputador poderá ser utilizado também para orientar sobre aplicações financeiras, considerando análises de tendência, padrões de comportamento do investidor e insights do mercado.

Macy’s

Mancys

Mancys

Desde meados de julho deste ano, clientes da Macy’s – uma das maiores e mais consagradas varejistas dos EUA – podem utilizar o “Macy’s On Call” para melhorar a experiência de compras dentro de 10 lojas da empresa espalhadas pelo país.

O projeto piloto consiste na união entre a varejista, a IBM e a Satisfi, uma plataforma de engajamento baseada em geolocalização. Por meio do “Macy’s On Call”, os clientes podem fazer perguntas em linguagem natural e obter respostas personalizadas baseadas no estoque, mix de produtos e serviços daquela loja.

Podem questionar, por exemplo: “Onde ficam os sapatos femininos?” e obter a indicação do andar e localização exata do produto solicitado. E onde entra a computação cognitiva? 

Além do Watson compreender a linguagem natural, permitindo a solução de perguntas diversas e não apenas daquelas já previamente definidas – como em um FAQ (perguntas frequentes), por exemplo – também aprenderá a partir das interações dos consumidores de cada loja.

A partir daí, poderá antecipar as dúvidas mais recorrentes dos clientes, perfil de compras, produtos mais procurados e menos procurados, entre outros padrões comuns dentro daquele estabelecimento. Com essas informações, a empresa pode estabelecer estratégias exclusivas para os clientes locais.

Sociedade Americana de Câncer

American Cancer Society

A instituição quer oferecer aos pacientes com câncer uma fonte de informações segura e confiável que possa auxiliá-los ao longo do tratamento. Para isso, alimentará o Watson com mais de 14 mil páginas de informações detalhadas sobre mais de 70 tópicos relacionados à doença, assim como dados sobre estilos de vida saudáveis, redução de risco, diagnóstico precoce, grupos de apoio e estudos na área.

O supercomputador será então treinado para utilizar esse grande volume de dados para entender e
antecipar as necessidades individuais de pacientes com diferentes tipos de câncer. Uma mulher com tumor na mama que esteja sentindo muitas dores, por exemplo, poderia questionar o que estaria causando aquele sofrimento.

Baseado no histórico e dados gerados por diversos pacientes que passaram por situação semelhante, a ferramenta forneceria informações considerando as fases de tratamento que aquela pessoa já passou e ainda irá passar.

Universidades

Fachada da Universidade de Southampton no Reino Unido

Fachada da Universidade de Southampton no Reino Unido

Diversas instituições de ensino em todo o mundo já estão incorporando a computação cognitiva como ferramenta para auxiliar a elaboração de pesquisas em diversas áreas, desde medicina e ciência da computação até naval e marítimo.


Em Southampton, no Reino Unido (foto), “a intenção é que todas as áreas de pesquisa se beneficiem da possibilidade de fazerem mais e melhor utilizando o poder de análise de dados não estruturados do Watson”, afirmou o vice-reitor da instituição, Russell Bentley.

 

 

 

Under Armour

Under-armour

Under-armour

Quantas horas uma pessoa do seu gênero e idade dorme, ou quantas calorias gasta, quantos minutos de atividade física faz por dia e quantos passos dá? Essas são algumas perguntas que o aplicativo UA Record da Under Armour é capaz de responder graças à análise de dados realizada pelo IBM Watson.
O aplicativo rastreia a prática de atividades físicas, alimentação e sono de 160 milhões de pessoas em todo o mundo e fornece insights constantes para os usuários sobre os mais diversos indicadores. Os dados são provenientes de outros aplicativos da empresa e de dispositivos de rastreamento de atividades físicas como os monitores cardíacos, por exemplo.

A intenção é que, futuramente, o aplicativo faça sugestões de programas de atividades físicas baseado no perfil do usuário e até adapte os exercícios de acordo com informações referentes à previsão do tempo.

Esses exemplos mostram como a computação cognitiva é versátil e pode ser aplicada a qualquer segmento de mercado para transformar os serviços oferecidos aos clientes. Ficou interessado em saber mais sobre o assunto? Continue acompanhando o blog ou entre em contato com a OneForce.

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