Multi-speed IT: é hora da sua empresa pensar nisso

Multi-speed IT: é hora da sua empresa pensar nisso

De um lado, a estabilidade operacional, a necessidade de manter tudo rodando e a resistência a mudanças que possam colocar tudo isso a perder. Do outro, um mercado em constante transformação, ávido por inovações e ágil, cada vez mais ágil. No meio disso tudo, uma infinidade de projetos acontecem em paralelo, exigindo, cada um deles, uma velocidade de resposta distinta da área de TI.

Diante desse cenário, não dá para negar: a pressão por um modelo de infraestrutura e arquitetura de TI que seja capaz de atender a cada um desses requisitos só aumenta.

“As empresas que querem entrar na era digital, precisam trabalhar com uma TI capaz de atuar em múltiplas velocidades. Uma TI que continue pensando em confiabilidade, no core business e nos sistemas legados e outra ágil, velocista mas, ao mesmo tempo, flexível para acompanhar as transformações constantes do mercado”, reconhece o CEO do CAMSS Group, Hugo Azevedo.

Para as empresas que estão caminhando nessa direção, Hugo detalha alguns conceitos essenciais que devem ser considerados na criação do modelo de TI ideal:

Computação em nuvem

As possibilidades de nuvem pública, privada, híbrida e modelos como SaaS, Paas e IaaS, dão uma infinidade de opções para que as empresas possam aumentar a flexibilidade e escalabilidade dos sistemas, reduzir os custos com data center e acelerar o time-to-market.

“É impossível falar em uma TI com multi velocidades sem considerar a adoção de serviços em nuvem adequados para cada carga de trabalho. É justamente essa infraestrutura que permitirá, entre outras coisas, criar, de forma mais ágil, ambientes de desenvolvimento, teste e produção escaláveis e, consequentemente, acelerar o deploy de aplicações. Além disso, irá ampliar a automatização de processos e aumentar o acesso a plataformas de trabalho diversas como o IBM Bluemix“, detalha Hugo.

DevOps

Não se trata apenas de aproximar as áreas de desenvolvimento (Dev) e operações (Ops). As práticas de DevOps são amparadas por conceitos muito mais amplos como automatização de processos e adoção de metodologiais ágeis.

“Hoje, DevOps se tornou a base para a transformação das equipes ao focar em desenvolvimento, testes e entregas contínuas, aumento das iterações e da colaboração, frameworks ágeis – em especial o SAFe – e automatização dos processos de desenvolvimento como o próprio deploy. É o fim da era dos modelos tradicionais, cujos processos demoravam meses e até anos para serem finalizados”, reconhece o executivo.

Nada mais conveniente quando se está inserido em um mercado que muda a todo momento.

Cultura empresarial

Desenhar uma nova infraestrutura de TI e um novo modelo de desenvolvimento de aplicações deve ser, necessariamente, acompanhado por uma mudança da cultura empresarial. Por vários anos, as equipes se agruparam em silos, se adaptaram ao modelo cascata e priorizaram a estabilidade e confiabilidade à mudança.

“Juntamente com as práticas de DevOps e as metodologias ágeis, que exercem grande impacto sobre a forma que as equipes trabalham, é preciso fomentar uma cultura de colaboração dentro das empresas. Disponibilizar ferramentas que estimulem o compartilhamento de ideias e conhecimento e facilitem a comunicação”, orienta Hugo.

Para saber mais sobre as mudanças que a transformação digital irá trazer para os negócios e, em especial, para a área de TI, continue acompanhando o nosso blog.

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